Sinto como se tanto eu quanto as pessoas que se relacionam comigo estivessem cada dia menos dispostas ou capaz de se entregar a um novo amor, parece que a cada decepção inevitavelmente nossos sentimentos vão se atrofiando, tornando-se mais racionais e o encanto que antes alimentara outras paixões se faz inevitavelmente menos presente, talvez um meio automático de defesa do próprio corpo ou simplesmente uma mudança de hábitos que ainda não aprendi a aceitar.
Que venha um novo dia e com ele a renovação da esperança; que conceitos solidificados na dor se dissolvam como água e escorram pelos ralos, trazendo de volta o fidedigno significado da palavra amor.
Marcos Silveira
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