terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Se é que é ou se é que não.

Cada dor me entalha um aprendizado, um amadurecimento sorrateiro, que maltrata calado, logo eu que por tanto me julguei forte, inabalado, encontro-me assim, meio perdido, a procura de forças, sem saber que rumo seguir.
Se é que existe um caminho entre tanta desilusão, se é que ei de ser sozinho a viver na solidão, se é que ainda me resta pulso pra continuar a lutar em vão, se é que é ou se é que não, entre dúvida e esperança vou seguindo confiante as batidas do meu coração.
Marcos Silveira

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